Autor: Redação

Existe uma diferença fundamental entre um livro antigo esquecido numa prateleira e um jogo online abandonado pelo seu criador. O livro ainda pode ser lido. O jogo, muitas vezes, simplesmente deixa de existir como experiência interativa assim que o servidor é desligado, transformando anos de memória coletiva em arquivos executáveis sem destino. Não é uma questão de nostalgia superficial: é sobre o que acontece com produtos culturais que dependem de infraestrutura ativa para funcionar, e sobre quem tem o direito, ou a obrigação, de mantê-los vivos. O problema ficou mais visível nos últimos anos à medida que publishers foram sistematicamente…

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